Rafaela MarraPsicóloga Clínica
Psicóloga Clínica · CRP 04/80083

Psicóloga para transtornos alimentares: uma relação mais leve com a comida

Culpa depois de comer, episódios de exagero, dietas que nunca se sustentam. Quando a comida vira fonte de sofrimento, a psicoterapia ajuda a entender o que está por trás disso e a construir uma relação mais saudável e independente com a alimentação.

Você se identifica?

Sinais de que a relação com a comida pede cuidado

Esses sinais não são um diagnóstico, mas indicam que vale conversar com um profissional.

  • Sentir culpa depois de comer
  • Comer grandes quantidades em pouco tempo, mesmo sem fome
  • Passar o dia beliscando sem perceber
  • Seguir a dieta até o almoço e depois “jogar tudo para o alto”
  • Pensar em comida, peso ou corpo boa parte do dia
  • Usar a comida para aliviar ansiedade, tédio ou tristeza
  • Alternar entre restrição e exagero
Entenda

O que são transtornos alimentares

São condições em que a relação com a comida, o peso e a imagem corporal passa a causar sofrimento e a afetar a saúde, as relações e a rotina. Entre os mais conhecidos estão o transtorno de compulsão alimentar, a bulimia nervosa e a anorexia nervosa.

Também existem padrões que não chegam a fechar um diagnóstico, mas trazem sofrimento real, como o ciclo de dietas restritivas seguidas de exageros. Eles também merecem atenção.

E é importante dizer: não é falta de força de vontade. Pensamentos, emoções e hábitos se reforçam uns aos outros, e é esse ciclo que a terapia ajuda a desfazer.

Terapia Cognitivo-Comportamental

Como a TCC ajuda

A TCC é uma das abordagens com mais evidências científicas no tratamento dos transtornos alimentares. O trabalho é estruturado e adaptado à sua realidade.

Entender o ciclo

Restrição, fome ou emoção intensa, exagero, culpa e nova restrição. Mapeamos como esse ciclo acontece na sua rotina para conseguir interrompê-lo.

Questionar pensamentos

Frases como “já estraguei tudo” ou “eu não tenho controle” alimentam o problema. Na TCC, aprendemos a identificá-las e a olhar para elas de outra forma.

Regular as emoções

Desenvolvemos estratégias para lidar com ansiedade, estresse e tristeza sem que a comida seja a única saída.

Construir autonomia

O objetivo é uma rotina alimentar mais estável e uma relação com a comida baseada em cuidado, e não em culpa.

Um cuidado em rede

Alimentação envolve corpo e mente. Quando necessário, o acompanhamento psicológico caminha junto com nutricionista e médico (como psiquiatra ou endocrinologista), para que cada parte do cuidado esteja bem amparada.

Sobre mim

Rafaela Marra, psicóloga clínica

Ainda como estudante de psicologia, me apaixonei pela área de transtornos alimentares, e hoje utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental para ajudar pessoas a construírem uma relação mais saudável com a comida.

CRP 04/80083 · Atendimento online pelo Google Meet

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